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Nesta semana um PL teve destaque entre os parlamentares o PL 4495/21, que cria o Programa de Capoterapia para o oferecimento dessa terapia alternativa no estado do RJ. Por iniciativa do deputado estadual Wellington José (Podemos) e com as galerias cheias de educadores e adeptos da prática, a Alerj votou, nessa quinta, a criação do programa.

O intuito é levar essa terapia alternativa – e inclusiva! -, que utiliza os fundamentos e a musicalidade da Capoeira, à todos, sobretudo idosos e pessoas com necessidades especiais. As aulas poderão ocorrer em espaços públicos no estado. O PL recebeu três emendas e retornará à pauta já na próxima terça (10).

Foto: Divulgação

 A votação final será na próxima terça, e a expectativa é grande. Além desse, outros temas relevantes da plenária dos últimos dias foram as aprovações do PL 5248/21, que determina que  os incentivos fiscais para as sociedades siderúrgicas do Estado do Rio sejam prorrogados até 2032; do PL 15/19, que garante a isenção de taxa para a retirada de 2a via de documento de pessoas que sofreram com as consequências de enchentes e o debate do PL 307/19, que obriga as escolas e os hospitais do estado a comunicar, às autoridades sanitárias, casos suspeitos e confirmados de autoviolência – como tentativas de suicídio e automutilação.

Saiba Mais sobre a Capoterapia

A Capoterapia é uma atividade física, com caráter terapêutico, inspirada no lúdico, musicalidade, ritmos e movimentos de capoeira, voltada especialmente para pessoas idosas, sedentárias, hipertensas, diabéticas, pacientes psiquiátricos, com mobilidade reduzida ou Pessoa com Deficiência (PCD), indiferente do tipo, teor ou gravidade.  O objetivo dessa prática encontra-se associado à promoção da saúde e qualidade de vida, e quando voltada para pessoas idosas, visa contribuir para o envelhecimento ativo por meio de uma nova forma de terapia corporal, daí a importância da prática e da acessibilidade da mesma para a população.

“Estou muito feliz em trazer essa prática inclusiva para o nosso estado. Capoterapia não é capoeira, mas tem nessa prática seus fundamentos adaptados e acessíveis a todos. A terceira idade e as pessoas com necessidades especiais serão as mais beneficiadas. A ideia é que, cada vez mais, esse público frequente menos as UPAs e as Clínicas da Família e ampliem suas opções de lazer e socialização, por uma vida melhor, mais leve e feliz. Capoterapia é vida!” – destacou o deputado Wellington José.

Benefícios da prática para a população idosa

Práticas de pouco impacto são as mais indicadas para quem está acima dos 60 anos. Caminhadas, atividades na água, alongamento, dança, musculação e a capoterapia são atividades que desenvolvem flexibilidade, equilíbrio e força muscular, e que são de fácil realização para não causar lesões.

Além de promover o convívio social, a prática da Capoterapia também contribui para a melhoria da coordenação motora, da força muscular, da autoestima, diminuição da depressão, muito comum na população idosa, e do cansaço crônico e na prevenção de doenças.

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