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Surpreendido e pressionado por denúncias de corrupção no governo e pelo “superpedido” de impeachment, protocolado nesta semana, o presidente Jair Bolsonaro assistiu uma missa, nesta quarta-feira, ao lado da deputada Bia Kicis (PSL-DF), autora da chamada PEC do Voto Impresso, e, pouco antes do evento, repetiu que, se a impressão do voto não for adotada, “vamos ter problemas no ano que vem”.

Em conversa com apoiadores na saída do Palácio da Alvorada, Bolsonaro retomou o tom de ameaça que adotou no início do ano, ao comentar a invasão do Capitólio por ativistas ligados ao ex-presidente Donald Trump, que resistia à posse de Joe Biden sob o argumento de que houve fraude no processo eleitoral.

O presidente também reclamou de “três ministros” do Supremo Tribunal Federal (STF), mas não mencionou seus nomes, que estariam empenhados numa “articulação” para barrar a impressão do voto. Segundo Bolsonaro, se o voto impresso não for implementado no pleito de 2022, “eles (os ministros) vão ter que apresentar uma maneira de ter eleições limpas”.

“Dinheiro tem, já está arranjado dinheiro para as eleições, para comprar impressoras”, disse Bolsonaro.

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