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Patrícia Abravanel, 43, se envolveu em mais uma polêmica polêmica, nesta terça-feira (1º), quando resolveu falar sobre homofobia no programa Vem Pra Cá (SBT). Patrícia defendeu maior compreensão dos gays a pessoas que ela chamou de “conservadoras” e debochou da sigla LGBTQIA+.

A polêmica aconteceu quando a filha de Silvio Santos, 90, comentava as críticas recentes ao ator Caio Castro, 32, e à apresentadora Rafa Kalimann, 28, que compartilharam um vídeo com falas preconceituosas e contrárias a relacionamentos homossexuais em suas redes sociais nos últimos dias.

Acredito que nós, mais velhos e que fomos educados por pais mais conservadores, estamos aprendendo, estamos nos abrindo, mas é um direito também das pessoas respeitarem. Por que não concordar em discordar? Podemos ter opiniões diferentes, e tudo bem! Tudo é muito enfatizado, muito polemizado“, disse Abravanel.

A apresentadora não não acredita que Caio Castro e Rafa Kalimann são homofóbicos, mas “foram educados de uma outra maneira”. “Acho que, assim como LGBTYH (sic), não sei, querem o respeito, eles têm que ser mais compreensíveis com aqueles que hoje ainda não entendem direito ou estão se abrindo para isso”, continuou ela.

Abravanel, que divide a apresentação do programa com o jornalista Gabriel Cartolano, 29, disse ainda que é difícil falar sobre diversidade aos filhos. “O que vou falar para o meu filho? Como falar? Então tem que ter respeito, compreensão e não fazer um massacre. Não é por força, poder, mas por diálogo, conversa, respeito.”

Casada com Fábio Faria, ministro das Comunicações do governo Jair Bolsonaro (sem partido), ela tem três filhos, de idades entre dois e seis anos.

LGBTQIA+

Além de pedir mais compreensão aos “conservadores” que “ainda não entendem direito” os homossexuais, Patrícia Abravanel também debochou da sigla LGBTQIA+, citando-a errada duas vezes. Primeiro ela disse: “LGBTYH, não sei”. E depois voltou a falar “com todo o pessoal LGBTIC”.

“LGBTYH não representa ninguém”, rebate Agripino Magalhães. “Cada letra é uma orientação sexual, uma identidade de gênero. Quando ela não fala corretamente mostra que nem sabe o que o I representa, o que é uma pessoa interssexual. Mas se ela não sabe disso é porque não quer saber, basta um clique na internet.”

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