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A profissão de padeiro tem um significado maior do que a simples feitura de pães, doces ou bolos. A história do pão e, conseqüentemente, a do padeiro, permeia toda a história da humanidade, principalmente no âmbito religioso.

O pão se tornou o símbolo da vida, alimento do corpo e da alma. Até hoje simboliza a fé, na missa católica, pois a hóstia consagrada representa o corpo de Cristo.

O pão faz parte da alimentação humana há milhares de anos a.C., quando ainda era feito com o fruto do carvalho triturado, lavado com água fervente para perder o amargor e posto a secar ao sol.

Cerca de 2.500 a.C os egípcios já dominavam a fabricação de bolos e pães, pois misturavam farinha de centeio e de trigo em recipientes de barro. Com o passar do tempo, as técnicas foram se popularizando e o ofício de fazer pães passou a ser encarado como arte, chegando a ser mencionado por grandes pensadores como Aristóteles e Platão.

A arte de fazer pão foi evoluindo e novos ingredientes começaram a ser acrescentados às receitas. Foi então que fermento, água e a farinha peneirada foram incluídos nos pães caseiros, dando um novo sabor e textura aos alimentos. Vale ressaltar que no início, as mulheres eram as únicas responsáveis pela produção de pães, mas logo surgiram os tradicionais padeiros, que diversificaram as receitas e começaram a temperar as massas com frutas, ervas, nozes e outros ingredientes. As novas técnicas e a nova profissão foram difundidas pela Grécia, pela Itália e logo ganharam o mundo.

O Brasil conheceu o pão apenas no século XIX, conforme o sociólogo e antropólogo Gilberto Freyre. Antes disso, consumia-se o beiju.

A atividade panificadora no Brasil se expandiu com os imigrantes italianos. Nas grandes cidades proliferaram as padarias, muito conhecidas na cidade de São Paulo, mais especificamente no bairro do Bexiga, onde ainda são fabricados pães típicos italianos.

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