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Segundo informação, o afastamento do presidente do Patriota nesta quita-feira (24), seria uma forma de fazer pressão a família Bolsonaro que já vinha negociando com o então presidente nacional afastado da legenda, Adilson Barroso a filiação do presidente Jair Messias Bolsonaro a sigla partidária, tendo em vista que um de seus filho, o senador Flávio Bolsonaro, já havia realizado sua filiação. No ato da convenção foi apresentada denúncia contra Barroso, em razão de seus atos autoritários e contrários ao estatuto partidário, realizados nos últimos dias.

Em 2018, a família Bolsonaro e seus correligionários haviam se filiado ao Patriota exigindo o controle total do partido para concorrer as eleições pela sigla, em troca de encher o partido, fazendo com que o PATRIOTA se tornasse o partido com o maior  número de eleitos da história, no entanto, não foi o que aconteceu, em meio as negociações internas entre as lideranças estaduais, a permanência de Bolsonaro no partido se tornou inviável, fazendo com que Bolsonaro, seus filhos e correligionários migrassem para o PSL esvaziando a partido e prejudicando os mesmos nas eleições de 2018.

O grande “x” da questão é que o presidente Bolsonaro (até então sem partido), vem fazendo certas exigências ao entorno da liderança nacional, das estaduais e municipais ficarem sobre controle da família e influência dos Bolsonaros, no entanto uma parte da ala do PATRIOTA, não concorda com essa atitude e vêem como arbitrária.

Algumas medidas estão sendo tomadas para que sejam garantidas ao partido (PATRIOTA), a permanência dos novos filiados caso ganhem as eleições, não venham querer pular de sigla partidária no meio do mandato causando o esvaziamento do partido, além de garantir a imparcialidade das lideranças que segundo informações “tiveram uma enorme dificuldade para reconstruir o partido que quase foi extinto“, e caso fossem aceito as exigências bolsonaristas pela liderança total do partido, perderiam muito, além de algumas lideranças do partido não apoiarem o presidente Bolsonaro para reeleição.

Nos termos estatutários e legais, também ficou definido que o primeiro vice-presidente, Ovasco Resende, passa a responder como presidente em exercício do PATRIOTA brasileiro. A rumores de que o PATRIOTA estaria viabilizando uma candidatura própria a presidência da república nas eleições gerais de 2022.

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