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Nesta semana, a ALERJ teve dias de sessões ordinárias e extraordinárias, cujos principais destaques foram as mudanças previstas para que as estações de trem (e tb as barcas e o metrô) passem a dispôr de placas com os horários de partidas, a fim de facilitar o acesso de deficientes auditivos a esse tipo de informação (PL 1452/19) e a possibilidade de regulamentação do Serviço Militar Temporário de Saúde (PL 5053/21).

Em ambos os casos, os PLs foram debatidos e aprovados e seguem à sanção do governador.

Mas o que se destacou mesmo e elevou as discussões entre deputados e a população, que ocupava as galerias, foi o que se diz respeito com relação ao PL 4119/21, que rejeita a obrigatoriedade do passaporte vacinal. O tema voltará a ser discutido na ALERJ na próxima semana.

Durante o protesto ocorrido, um grupo de manifestantes antivacina tentou invadir o prédio, mas foi impedido por seguranças e houve conflito. O projeto de lei prevê que que seja proibida a “discriminação” contra os que se recusarem a tomar a vacina contra a covid-19.

A confusão as galerias da ALERJ chamou a atenção do presidente casa, André Ceciliano que avisou sobre a necessidade do uso de máscaras e disse ser uma “vergonha” a quebra de um dos vidros da casa.

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