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A medida provisória 1.031, que autoriza estudos para a privatização da Eletrobras, foi entregue pessoalmente na tarde desta terça-feira pelo presidente Jair Bolsonaro aos presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco, e da Câmara dos Deputados, Arthur Lira. A ida ao Congresso não estava prevista. Bolsonaro disse que espera uma discussão rápida do texto e afirmou que a agenda de privatizações do governo segue a todo vapor. (Bolsonaro: A Câmara e o Senado vão dar a devida urgência à matéria, até por ser uma Medida Provisória. E nossa agenda de privatização, essa MP não trata disso hoje em dia, mas nossa agenda de privatização continua a todo vapor.

Nós queremos sim enxugar o estado, diminuir o tamanho do mesmo, para que a nossa economia possa dar satisfação, dar a resposta que a sociedade precisa). O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, disse que a MP receberá a devida atenção do Congresso, num ambiente de respeito e independência entre os poderes. (Rodrigo Pacheco: como todas as medidas provisórias, será pelo Congresso Nacional dada a devida atenção, o devido encaminhamento, com a avaliação crítica, evidentemente, da maioria da Câmara, da maioria do Senado, entendendo as modificações que eventualmente devam ser feitas, mas é uma demonstração de um gesto por parte do presidente de respeito ao Congresso Nacional, que nós agradecemos penhoradamente, e vamos manter esta relação de cordialidade, de respeito, e de independência entre os Poderes, que é fundamental para o bem do Brasil.).

O governo federal é o acionista majoritário da Eletrobras, maior empresa brasileira de geração e transmissão de energia elétrica. Os ministros da Economia, Paulo Guedes, e Bento Albuquerque, das Minas e Energia, também estiveram no Congresso.

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