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Caminhoneiros e manifestantes que ocupavam a Esplanada dos Ministérios, em Brasília, há cinco dias, deixam o local após STJ negar o pedido de habeas corpus feito pelos manifestantes, no qual solicitavam que a Corte proibisse o governo do Distrito Federal de usar forças policiais para retirá-los do local. O pedido é de autoria de Wilson Issao Koressawa, que se apresenta como servidor público aposentado, em seu favor e de outros 224 manifestantes.

Ao negar a liminar, o ministro Joel Ilan Paciornik citou que há “inadmissibilidade da ingerência prévia do Judiciário para impedir ou restringir a atuação do Poder de Polícia”.

De acordo com informações, os caminhoneiros não esperavam a manifestação do presidente. E que o sentimento é de derrota após dois dias de bloqueios e protestos. “Tiramos o time de campo. Servimos café para o pessoal e cada um foi para o seu lado, é vida que segue. Não há ninguém trancando, é só entrar no caminhão e bater a chave. Desmobilizou e cada um foi para a sua casa e seguiu o seu trabalho”, disse um manifestante.

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